Bom dia!

Chegamos ao quinto e último dia da Semana Nana Pauvolih. Adoramos conhecer um pouco mais do trabalho mágico, envolvente e hot da Nana. Trabalho esse, que renderam muitos livros, muitas superações e também uma legião de "nanáticas".

Sabemos que a Nana tem milhares de fãs espalhadas por todo país, suas Nanetes, que amam seus livros e adoram essa escritora excepcional. São muitas que gostariam de expressar esse amor e admiração, porém como não seria possível conseguirmos o depoimento de todas, cá está o de algumas... 

Leitoras
Alessandra Fell – Porto Alegre/Rio Grande do Sul
Eu amo os livros da Nana e acredito que já tenha lido quase todos. O que eu gosto na Nana é a maneira como ela se aproxima de suas leitoras que parece até que nos conhecemos. Suas estórias são bem construídas e com personagens tão humanos que parecem que vão sair do papel. São pessoas que sofrem, que amam, que se desejam e lutam por suas vidas, seus amores e se superam. Li todos da trilogia Redenção, A sombra da luz, Tentação e a série Segredos e acho muito difícil escolher só um como o favorito, mas se é pra escolher vou no último lido: Rendida. Com ele sofri, chorei, torci pela mocinha tão sofrida e ao mesmo tão forte e pelo amor do casal e terminei com uma sensação muito boa e rara hoje em dia que é o de justiça feita! Maravilhoso!



Simony Almeida – Santo André/São Paulo
A Nana é super autentica e é por isso que o seus livros são tão incríveis. Tive a oportunidade de conhece-la pessoalmente na Bienal do livro no ano passado, e pude comprovar o quanto ela se importa com suas Nanetes, ela realmente é muito carinhosa com todos. Conheci seu trabalho através de Wattpad e desde então leio todos os seus livros. Meu personagem preferido é o nosso maravilhoso Theo Falcão, com os livros dele ela me arrebatou de vez rsrs... amo todos eles mas Theo é o meu favorito desde então.
Nana, seu trabalho me encantou desde sempre e a cada dia você se supera mais e mais ... fico feliz de ver seus livros publicados e sonho com o dia de tê-los em minha estante ... você vai longe tenho certeza ... você já é sucesso garantido! E que venha muitos e muitos livros. Adoro.



Gisele Ramos - Manaus/Amazonas
Falar de Nana... Me deixa sem palavras, rsrs. O que mais gostei ao conhecer a Nana,é a sua simplicidade, a maneira doce e receptiva como ela me tratou e trata de suas Nanetes. Parece que somos amigas de muitos anos. Meu livro preferido é o Ferida (os dois volumes), Theo é o homem da minha vida!








Sylvia Fortes - Corumbá/Mato Grosso do Sul
O que eu adoro na Nana é a simplicidade de pessoa que ela é,no carinho na atenção que ela dá as meninas que a acompanham, no carinho que ela dedica nas respostas quando nós surtamos com alguma passagens de algum livro.Meu livro preferido são 2, Redenção ao Amor, pois foi uma história que passou uma mensagem de auto sacrifício em prol da família, de colocar o bem estar dos outras acima do nosso mesmo. O outro foi Ferida que para mim foi fantástico, a superação de um casal que se descobriu, se amando mesmo que se odiando, mas deu a oportunidade ao amor. É lindo e a Nana tem um talento, o dom para a escrita. Parabéns e que continue assim.





Além de leitoras Fabiana e Ana são betas da Nana e amaram poder falar sobre a amiga escritora, de como adoram o trabalho dela, e como se sentem em poderem participar tão de perto das criações.

*Betas: São aquelas que leem a história, mas precisamente o capítulo, em primeira mão. Que ajuda a escritora com sua opinião, apontando erros, incoerência etc., e como leitoras, acabam dando dicas e ajudando muito a autora antes da história ser lançada.


Fabiana Miyagui – Junqueirópolis/São Paulo
Bom o que mais gosto na Nana é a humildade que ela tem perante os colegas do meio. Ela sempre está buscando melhorar e se superar a cada história. Ela ama um desafio e mesmo que falemos sempre o quanto ela é talentosa, ela ainda não acredita, acha que ainda tem um grande caminho a percorrer, o sucesso não sobe a cabeça. Nana ajuda sempre que pode, aos que pedem ajuda a ela, ela não tem receio de compartilhar informações, pois como ela mesma sempre me diz, tem espaço pra todo mundo. As histórias da Nana sempre mexem comigo, os livros dela são muito intensos e sempre me despertam emoções fortes, me fazem ir do amor ao ódio, da tristeza a alegria. E o mais bacana é que ela não deixa pontas soltas, ela amarra muito bem todos os acontecimentos. Não vou dizer que sou fã de todos os temas que ela escreve, que não tenho receio a nada, mas ela desenvolve temas polêmicos como poucos, sabe suavizar e pesar a mão quando necessário.
Meu livro preferido dela é Redenção de um Cafajeste, primeiro porque foi através dele que conheci o trabalho da Nana e segundo, sempre que lia uma história eu pensava, essa mocinha perdoo muito rápido, nunca tinha visto um homem sofrer tanto e mudar dessa forma por amor, ela conseguiu realizar o que sempre esperei ler em um livro.
Bom em relação a ser Beta dela, na verdade eu nem me considero isso, eu considero que eu, Nana e Ana somos amigas que temos muita afinidade, respeito  e confiança uma na outra. Então lemos os capítulos e passamos nossas impressões do que achamos a Nana e de vez em quando damos uma sugestão ou outra. Nana é muito certa do quer passar ao escrever um livro, e muito difícil ela voltar atrás quando quer escrever uma cena, ela é muito segura, acredita muito na intuição dela. E nesse caso o que é mais importante é sabermos respeitar a opinião e o espaço uma da outra. Eu me sinto honrada pela confiança que ela deposita na gente, mas o mais importante disso tudo é amizade que foi construída ao longo do tempo, que é uma amizade pra vida toda.



Ana Aragão – Rio de Janeiro
Vou tentar responder, de forma objetiva, mas, por mais que eu tente não viciar minhas conclusões, uma hora ou outra, uma resposta acaba ficando impregnada de uma avaliação subjetiva. E, nas entrelinhas, uma particularidade totalmente emocional acaba por vir à tona. Mas me dê um desconto, porque isso é puro resultado da admiração e carinho que nutro por Ela.
Nana Pauvolih é uma pessoa incrivelmente especial. É muito difícil ficar imune ao seu carisma (o que não ofusca e nem mascara seu incrível talento).Ela é uma pessoa inteligente, atenciosa, educada, gentil, delicada, séria, responsável, amável com todas as suas fãs e leitoras. De um caráter absurdo. De uma integridade sem fim.A postura séria, ética, responsável e carinhosa são, sem sombras de dúvidas, o que me faz admirar Nana.
E, quanto ao trabalho, propriamente dito, o que sempre me chamou a atenção foi a intensidade de suas histórias e descrição perfeita das cenas de sexo. É uma escrita mais realista e, como mesmo disse a autora, em recente entrevista “eu escancaro a porta do quarto mesmo. Sem medo, sem censura”.
Ela aborda temas em suas histórias que nos tocam, que mexem com a gente, que despertam uma conexão. Ao mesmo tempo, traz cenas de sexo explícito, que imediatamente despertam uma excitação, dada a descrição primorosa e realista das cenas. Isso tudo com uma redação coerente e um enredo surpreendente.
Credito o sucesso de Nana Pauvolih, sem sombras de dúvidas, a sua escrita sexy, envolvente e excitante. Direta e clara. De um realismo absurdo.
Suas histórias são recheadas de cenas quentes, diferentes e inéditas, sempre originais e criativas. Isso tudo dentro de um romance maravilhoso e marcante.
Vejo também uma coragem absurda na autora, pois ela apresenta um trabalho que muitos “rejeitam” (mas que veladamente apreciam), mas ela é fiel ao gênero que escolheu. Ela não mascara a história como um “conto de fadas erotizado”. Não. Ela é fiel a literatura pornográfica, com cenas sexuais realmente muito explícitas. Mas, ao mesmo tempo, ela não abandona o amor e se inspira em histórias românticas, nos brindando, sempre, com romances eróticos inesquecíveis.
Gostaria de deixar registrado que gosto da forma como a autora escreve, razão pela qual o personagem ou o livro acabam ficando “quase” em segundo plano. Sei que parece um pouco estranho isso, mas a forma, em minha modesta opinião, precede o enredo.
Eu gosto de como ela narra a intensidade das emoções dos personagens, como descreve o ambiente, como fala dos personagens secundários, como articula o enredo principal com as histórias paralelas, as formas de amar e de amor que ela apresenta, as cenas de sexo realistas e o desfecho sempre romântico.
Veja, não pense você que não tenho certas resistências a alguns temas. Óbvio que tenho.
Por exemplo, eu não sou fã de trio. Contudo, essa situação, num livro de Nana, não impede minha leitura, porque sei de sua maestria para desenvolver qualquer tema.
Porém, há sempre um livro ou um personagem mais querido, né?
O meu personagem e história preferidos estão num mesmo livro: Redenção ao Amor.
Este livro conta a história de Antônio Saragoça e é o terceiro livro da Série Redenção.
Achei a autora, neste livro, mais emocional, com frases lindíssimas. Os sentimentos e dores narrados eram tão intensos que a gente tinha a sensação de quase conseguir tocar.
Sem contar que foi uma história que despertou, no grupo, várias reações.
Muitas leitoras vieram ao grupo falar que haviam passado por muitas das coisas que Nana escrevia. Histórias de vida pipocaram neste período. Cada uma mais linda e, também, mais triste que a outra.
Eu sempre digo que é um livro real, possível, verdadeiro. Que retrata amores possíveis, vida real, situações do cotidiano.
Abro, aqui, um parênteses - Essa é uma outra qualidade da autora que aprecio muito. O fato dela trazer para seus livros histórias que, possivelmente, alguém já viveu ou está vivendo naquele momento. Porém, com seu talento, a história toma um contorno de inédito, surpreendente, diferente, especial.
Na verdade, sou “ouvinte beta”.
Nana respira, consome e devolve histórias e personagens 24 horas por dia.
No período em que está desenvolvendo um trabalho isso se intensifica, porque Nana é uma pessoa apaixonada pelo que faz e trabalha com uma seriedade, responsabilidade e uma dedicação impressionantes. Neste período chega a fazer três capítulos por dia, com, em média, 30 páginas cada.
É uma loucura!
Mas os textos são impecáveis, perfeitos. Com continuidade e coerência sempre. Fazendo com que a leitura prévia que faço fique sempre prazerosa e tranquila, não demandando qualquer esforço ou interferência na condução da história.
Gostaria de deixar registrado, a título quase de um desabafo, que eu lamento que esse gênero da literatura ainda seja tão marginalizado, tão subjugado, tão mal visto.
A repressão sexual é uma forma de dominação social, segundo alguns cientistas sociais pontuam. Daí a marginalização do gênero. E eu pactuo deste entendimento (isso é só uma pontuação minha. Este é um assunto que requer uma discussão mais aprofundada, mais séria, menos superficial do que a que estou fazendo. É um assunto sério e com vários desdobramentos sociais. Assunto para outra conversa).
Por isso, admiro a coragem de Nana Pauvolih, de mostrar a cara e seguir acreditando no seu trabalho. De escrever histórias recheadas de sexo e prazer e, acima de tudo, de amor.



Eu também sou nanática!

Vanessa Lopes – São Paulo
Eu, em nome de todas as meninas do Blog que também são fãs da Nana e de suas obras, digo que sou uma Nanete de carteirinha. Nana é de uma simpatia ímpar, sempre muito atenciosa e carinhosa, faz questão de demostrar seu agradecimento e amor a todas suas fãs. Ela não se deixou levar por seu sucesso, e ajuda e incentiva as novas escritoras, inclusive me ajudou muito quando coloquei meu primeiro livro na Amazon, e sou eternamente grata a ela por isso.
Adoro a forma autêntica, despretensiosa e ousada que ela aborda suas histórias. Eu adoro o gênero erótico e acho que quem lê esse tipo de livro, quer sim ver a coisa pegando fogo, sem pudor, sem mi mi mi, porém em suas histórias o sexo não é a base, e sim o amor, e sendo uma romântica incurável, eu vibro com a intensidade do amor que são relatados em cada um dos livros.
Claro que gosto mais de uns do que de outros, que alguns temas me surpreendeu bastante, mas sempre tiro algo para mim de suas histórias. Minha preferida, ou preferidas são Redenção de um Cafajeste e Ferida. Arthur e Theo são de tirar o fôlego (não sei por que, mas eu sempre prefiro os cafajestes kkkkk) e a história de cada um mexeu comigo de um jeito beeeem diferente rs.
Resumindo, eu amo a Nana, amo suas histórias e torço para que cada dia mais ela conquiste seu espaço na literatura brasileira e que acabe com o preconceito que ainda existe sobre os livros eróticos, que leve suas obras para o Brasil e pro mundo, que faça mais e mais sucesso, pois ela é merecedora e simplesmente fodástica.


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Confira também: Conhecendo a Autora #Dia01 | Conhecendo as obras #Dia02 | Resenha Redenção de um cajajeste #Dia03 | Entrevista #Dia04



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Muito obrigada por acompanhar essa semana maravilhosa, dedicada  a autora - e Diva - Nana Pauvolih.


Van




3 Comentários

  1. Adorei os depoimentos e quero reforçar a minha admiração pela escrita da Nana, pelo RESPEITO q ela tem pelos seus personagens e, por conseguinte, por nós, suas leitoras e Nanetes, assumidíssimas. Sem falar no turbilhão de emoções q nos avassala a cada página, e claro, o q me deixa em êxtase: as escolhas, sempre muito próprias, honestas e verdadeiras, das vinganças q ela dá aos seus vilões. Como eu torci p/ q o tal primo da Lara ñ fosse morto, mas q levasse mt porr@. Amei isso, adorei, me vinguei. É assim, uma avalanche de emoções; sempre. Bjs!

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  2. Nana é demais.
    Simplesmente TOP ☆☆☆☆☆

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  3. Ah, querem me fazer chorar? Não esperava por isso. Estou emocionada demais aqui e feliz, feliz, feliz ... rsrsrs Muito feliz! Obrigada! Adorei tudo. Os relatos, o carinho, a semana, a entrevista, tudo mesmo. Nem sei como agradecer. Um beijo em cada um, com todo carinho! Uma delícia!!!

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