Oi, gente! Demorei, mas voltei...

Como prometido no post anterior, o sexto capítulo de "Amor na Capadócia" chegou. E amanhã, teremos mais uma surpresinha. O que acham do primeiro capítulo de "Amor em Éfeso", heim?! 

Vamos ao capítulo... Boa leitura!






Capítulo 06

Derya, de pé ao lado da mesa de Teo, o observava assinar alguns documentos referentes as despesas do quartel. Ao terminar entregou tudo a ela que os pegou organizando-os e assentindo virou de costas para ele indo para a sua própria mesa.
— Sargento! — chamou Teo e Derya virou-se para ele — Hoje vai chegar um carregamento de armas vindo de Istambul, e quero que você e o Cabo Yaser fiquem responsável por recebê-las e armazená-las. Vou lhe passar os documentos da entrega. Cheque tudo com cuidado. Em tempos de guerra não podemos confiar em ninguém, as vezes nem em nosso próprio povo.
— Sim, Senhor! — respondeu cautelosa.
Dias haviam se passado, e Derya apesar de sentir-se incomodada com a presença de Teo no quartel e ainda por cima sendo seu superior, estava tranquila. Ele a estava tratando profissionalmente e sentia-se grata por isso. Não se insinuou e muito menos dizia algo sobre Kean e seu suposto “namoro”. Ao contrário, o amigo falava o tempo todo em como Teo era divertido e boa gente e sempre fazia a mesma pergunta, se ela já estava preparada para perdoá-lo.
Para a mesma pergunta valia a mesma resposta: “Não”.
— Assim que eu chegar irei verificar com você todo o armamento que recebemos.
— Sim, senhor! — disse ela, que girou o corpo, mas voltou-se para Teo e enquanto pensava se perguntava ou não a voz dele soou a surpreendendo.
— Algum problema, Sargento?    
Teo não a olhava, mas percebeu que Derya estava em um impasse pessoal.  
— Não...Sim... Na verdade, eu gostaria de saber aonde vai? Eu não deveria ir também?
Teo parou de escrever para olhar para ela pela primeira vez aquela tarde. Ela não deveria questioná-lo, poderia respondê-la de forma grosseira e colocá-la no lugar que deveria estar, porém, não gostava de ser autoritário. Não se não houvesse uma real necessidade.
— Vou até o povoado com o Tenente Sehir, quero falar diretamente com o chefe de polícia das redondezas. Eu, prefiro que você fique e faça o que pedi.
Derya assentiu e voltou a sua mesa.
O silêncio pairou sobre eles. Teo estava diferente aqueles dias, percebeu ela. Será que estava tudo bem com a filha? Ele não tinha ar de preocupado, mas estava bastante focado no trabalho. Será que esse era o Capitão Karadeniz? Será que o Teo despojado só aparecia quando a farda era retirada? 
Teo olhava Derya pela visão periférica. Estava seguindo com o seu plano e até agora estava tudo bem. Ela parecia tranquila e não o atacou mais e nem a viu com muita intimidade e conversa com Kean.                                                                                                                                                                                                                     
Não podia culpá-la por querer seguir com a vida depois de tudo que aconteceu. Retornar de repente a sua vida reivindicando direitos sobre ela não iria contribuir em nada, precisava mesmo de uma nova estratégia e tudo estava indo bem, a faria vê-lo de forma diferente, como antes.
Ainda possuía uma postura séria e rígida, diferente da Derya que conhecia. Imaginava que muito devia-se as dificuldades que encontrou no Exército. Não era a única mulher dentro dos quartéis turcos, porém, assim como as outras, apesar de terem o direito a estarem ali, eram subjulgadas.
Internamente pedia para que ela não houvesse feito uma bobagem. Quando estamos com raiva podemos tomar atitudes que não condizem com nosso caráter, apenas para machucar os outros, mas no fim acabamos machucando a nós mesmos.
Tempos depois Teo saia do quartel juntamente com o Tenente. Derya e Kean viram o carro se afastar.
Kean então seguindo-a entrou na sala de Teo. Derya ainda tinha trabalho lá para fazer e o amigo ficou fazendo companhia.
— O Capitão está fazendo tudo para que não haja mais ataques, não é? Ele parece se importar mesmo com as pessoas daqui.
— E você tornou-se o fã número um dele.
— Não posso negar que o admiro. Ele poderia ser mais um, que entra aqui e faz o que tem que fazer e depois vai embora, mas ele está muito determinado. Hoje o ouvi conversar com o General Mehmet, falava sobre as pessoas que moram em uma tribo aqui perto, não sei como ele descobriu. Mas parece que estão passando por uma situação difícil e o capitão quer ajudar.
— Tribo? Que tribo?
— Não sei, isso você terá que perguntar e ele, mas ouvi dizer que eles moram em algumas cavernas mais afastadas por trás das colinas, encontraram esse lugar lá e se alojaram, mas não sei se vão poder ficar, por que não acredito que o lugar não tenha dono. Só acho que ele ainda não sabe que há pessoas vivendo em seus domínios. Acho que o capitão tem medo que tentem desabrigá-los de uma forma mais violenta, por que há crianças e velhos lá — falou Kean sentando-se na cadeira de Teo e aproveitando a saída dele — Nossa! Essa cadeira é confortável mesmo! — falou se esticando todo.
— Estranho! Nunca ouvi meu tio comentar sobre essas pessoas.
— Chegaram agora pouco, uma semana antes do General partir.
— Será que são ciganos?
Kean deu de ombros.
— Será que são eles quem estão causando os incêndios?
— Não, claro que não! Nem estavam aqui quando tudo começou.
— Como pode ter tanta certeza? Talvez ninguém os houvesse percebido antes...
— É, vendo por esse lado... Mas não podemos fazer julgamento precipitado e nem comentar sobre essa suspeita, por que podem levar a sério e pensar que é uma real possibilidade e investir contra eles.
— Com certeza! Mas eu queria saber mais sobre eles, fiquei curiosa.
— Bem que o Capitão poderia dar mais uma noite de folga a nós dois — falou olhando-o cheia de ideias.
— De jeito nenhum iremos lá Derya, isso é assunto do capitão. Se ele pedir ajuda, ajudaremos, se não... O melhor é não aborrecê-lo.
— Kean, não me diga que está apaixonado!
— Pode tirar sarro de mim, mas no fundo nós dois sabemos que você é quem está apaixonada e não quer admitir. Faz de tudo para aborrecê-lo por que quer chamar a atenção dele.
— Não quero chamar atenção, quero distância dele!
— Não parece. Por que agora eu o vejo distante de você, ele está calmo, tranquilo, se senta sozinho na hora das refeições, não fica atrás de você... Mas como toda mulher, você Sargento é muito indecisa. Pisa no pobre Capitão, faz ele sofrer e depois o quer provocar para que ele corra atrás de você.
— Não estou fazendo isso!
— Então prove! Não se meta nesse assunto. Não o provoque.
— Eu só estava curiosa!
— A curiosidade matou o gato... E você não quer esse Destino, não é?
— Você o defende como se ele fosse um santo. Esqueceu de tudo que ele aprontou? Vou ter que falar tudo outra vez, desde o começo?
— Claro que não, tenho uma memória impecável, assim como bom senso — disse a vendo suspirar aborrecida — Derya, estou falando pelo seu bem, quero vê-la feliz. Ele com certeza, sente algo muito forte por você. Como pai, eu não deixaria minha filha por uma mulher que não me quer, mas se ele fez isso é por que sabe que em você há sentimentos por ele. Por algum motivo ele tem certeza que você o ama.
— Não sei o que está dando essa esperança a ele, eu já fui clara. Não o quero!
— Mas suas atitudes não dizem isso!
— Como não?
— Para ele não... Senão já teria desistido.
— O que acontece é que ele não está convencido que estamos juntos, quando estiver vai me esquecer de uma vez por todas.
— É isso mesmo que quer? Ser esquecida por ele?
— Mas é claro!
— O Capitão é um homem do tipo que as mulheres gostam, aqui dentro talvez fique difícil você ter noção disso por que só tem homem, mas lá fora tenho certeza que todas viram a cabeça para olhá-lo quando ele passa. Não vai ser difícil para ele encontrar alguém para ser a mãe da filha dele — falou Kean olhando a foto da menina em cima da mesa — Ela é linda, não é? — disse virando a foto da pequena para ela.
— Sim, é! — concordou, mas sua mente estava indo mais longe. Será que por isso Teo não quis que ela fosse com ele ao povoado? Por que não a queria atrapalhando o assédio que estava acostumado? Sim, claro que poderia ser isso, ele adorava conquistar quantas pudesse — pensou aborrecida.
— Você vem ou não?
Despertou com a voz de Kean.
— Para onde? — perguntou confusa saindo dos devaneios.
— O carregamento de armas acabou de chegar!
— Ah! Sim, claro. Vamos!

***

Teo conversava com o também Tenente da polícia local e ele lhe falava que as investigações corriam em sigilo.
— As pessoas aqui são pacíficas, porém não fogem de uma boa briga. Muitas vezes preferem fazer justiça com as próprias mãos, então evitamos falar sobre muitos crimes enquanto eles não estão confirmados, para evitar situações que não conseguiremos controlar e até injustiças.
— Eu compreendo! Mas queria que me mantivessem informado sobre tudo que acontece, pois estamos trabalhando em equipe, não é? Os meus homens estão nas ruas a noite para manter a população em segurança, da mesma forma que os seus permanecem durante o dia e seria bom saber mais para evitar surpresas desagradáveis.
— Sim, Capitão, mas tudo que temos já foi repassado ao General Erdogan. Na verdade, não temos uma linha de investigação pois não encontramos ligações entre os incêndios.
— Pensei que os locais turísticos fossem os principais alvos.
— Não podemos assegurar, pois no povoado é tudo que temos, locais turísticos.
— Sim, isso pode ser alguém que teve sua empresa fechada ou prejudicada por algum concorrente ou até mesmo pelo governo e para se vingar está atacando esses locais, causando medo na população e principalmente as pessoas que vem de fora.
— Já pensamos nisso também, mas todos com quem falamos não imaginam quem pode ser e o turismo vai bem, as empresas aqui crescem com os visitantes que a cada ano comparecem em número maior, se alguém fechou as portas foi por incompetência, por que o ramo de negócios é lucrativo.
— Também ouvi falar em jovens, adolescentes. Rebeldes?
— Sim! Uma noite alguns foram detidos, mas liberados por falta de provas. Estavam próximos ao local do incêndio e observavam de longe, um tinha a camisa ensopada de gasolina então levamos ele e os outros sob custódia. Mas não pudemos incriminá-lo, ele contou uma história que foi confirmada por outras duas pessoas, mas ainda estamos de olho nele.
— E pode me dar o nome do rapaz? O endereço?
— Não gostaria que fosse até lá Capitão, como eu disse, estamos de olhos abertos. Se o senhor for até ele podem levantar suspeitas que ele está sendo vigiado e...
— Sei o que estou fazendo, Tenente! — disse Teo suavemente porém com segurança — Nome e endereço, por favor!
O homem suspirou e contrariado entregou-lhe a ficha do rapaz.
— Entrarei em contato em breve! — disse Teo levantando-se — Obrigado!

Saiu com Sehir um pouco mais atrás que o olhava com certa desconfiança. Para que ele queria o endereço do rapaz se o chefe de polícia já havia feito a investigação? Ele e o General eram muito parecidos, adoravam tirar a autoridade de quem quer que fosse por que se achavam muito superiores.
Teo, queria investigar sabia como fazer para descobrir se o rapaz não tinha mesmo nada haver com os incêndios. Confiava em seus meios, já precisou investigar situações muito mais difíceis, uma rebeldia adolescente não era o pior.
Retornou ao quartel e procurou por Derya e Kean, mas não os encontrou. Pediu a um soldado que os procurasse. Seguiu para o refeitório, e lá os encontrou. Derya ria divertida com o namorado que segurava seu braço tentando fazê-la chegar mais perto. Impacientou-se e os chamou em um tom mais alto do que pretendia. Kean se assustou, mas Derya não, virou-se para ele com leveza no olhar, definitivamente não se importava se o estava magoando ou não. Mas não iria mostrar fraqueza frente a ela, continuou tentando parecer o mais imparcial possível.
— Sim, Capitão! — respondeu ele.
— Venham a minha sala, quero o relatório da entrega desta tarde.
Teo não esperou a resposta deles e seguiu em frente para sua sala seguido pelos dois que ao chegar lhes passaram todas as informações.
— Duzentos fuzis foram entregues, Capitão. Estão em bom estado e amanhã pela manhã serão testados.
— Por quem?
— Pelos oficiais, mas eu estarei no comando! — informou Derya.
— Não! — disse Teo categórico — Peça ao Tenente Sehir que assuma.
Derya arregalou os olhos como se estivesse sido golpeada. E de fato havia sido. Abrir a mão das atividades que havia conquistado para o Tenente era a última coisa que queria.
— Com todo respeito Capitão, mas essa atividade é minha e eu sempre...
— Nada é para sempre... Sargento — falou Teo cortando-a abruptamente e olhando-a firme — Mas alguma coisa?

Derya engoliu em seco. A ira correndo por suas veias.
— Não senhor! — disse tentando parecer o mais paciente possível, porém o maxilar contraído denunciava a raiva que estava sentindo.
— Então podem se retirar!
Eles saíram e Teo jogou as costas na cadeira, exausto.
Do lado de fora Kean comentou:
— Ele está irritado!
— Ele é um imbecil! — resmungou.
— Não fique aborrecida.
— Como não? Por acaso não ouviu que ele disse? Tirou um trabalho que era meu, minha responsabilidade. Ainda mais para entregar ao Sedat, aquele porco chauvinista.
Derya aproximou-se do Tenente minutos depois.
— Tenente — Sedat a olhou, porém não respondeu — O Capitão Karadeniz solicitou que amanhã pela manhã o senhor assuma o meu posto no teste das armas.
— E por quê?
— Não sei, senhor! Só estou cumprindo ordens.
Sedat riu de canto.
— Talvez o capitão não seja tão cego quanto eu imaginei...
— O que está insinuando?
— Que, com certeza, o Capitão percebeu que seu lugar não é em meio aos fuzis...
— E onde é?
— Na cozinha!
Os outros homens próximos a eles riram e o Tenente continuou.
— Mulheres e armas não combinam, Sargento. Se eu estivesse no comando você seria encarregada de outras atividades. Mulheres... Boas mulheres, verdadeiras mulheres, que honram suas famílias, aprendem a cozinhar, lavar, passar... Casam, têm filhos, fazem compras. Não vestem uma farda e se metem em meio a um bando de homens, agindo como eles, falando como eles, vivendo a vida deles.
— Estamos em um país livre. E as leis me dão todo direito de ser quem eu quiser ser, inclusive militar. Meu lugar é onde eu escolho estar.
— Seu lugar... É na cozinha! — falou humilhando-a.
Derya aproximou-se mais dele com olhar desafiante.
— Aceitaria sua crítica se você fosse um homem, porém, como não é, eu dispenso sua opinião.
Os outros soldados ficaram muito sérios, com medo da reação do Tenente diante da injúria que Derya desferira e ele.
Sedat a segurou pelo braço chacoalhando-a com raiva.
— Como é? Repita! — disse com ódio entre os dentes.
— Solte ela, Tenente! — pediu Kean aproximando-se, mas Sedat continuou.
— Repita que eu não sou homem!
— Por quê? Por acaso não ouviu da primeira vez — disse Derya olhando-o severamente, não tinha medo de Sedat e nem de nenhum outro homem, encararia quem quer que fosse de frente — Só ouço conselhos de quem sabe o que fazer com uma mulher... Seja na cozinha, no quarto e em qualquer outro lugar. Como não é o seu caso...
— Sei muito bem o que fazer com uma mulher como você! — disse segurando-a pelo gola da camisa.
— Solte-a, Tenente! — disse Kean — Não tem vergonha de tratar uma mulher assim?
— Ela não é uma mulher, é uma...
— O quê? — desafiou-o Derya — Diga! Se não sou uma mulher sou o que?
— Sargento, por favor! — pediu Kean tentando fazer a amiga não o provocar mais.
— Deixe-o falar Kean, já passou muito tempo sendo o covarde que é. Quem sabe agora ele tem uma atitude corajosa e não deixa as coisas pela metade... — falou insinuando assuntos pendentes entre eles.
— Cale-se! — disse suspendendo-a um pouco mais, Derya teve que ficar nas pontas dos pés Você merecia uma boa surra para aprender a dobrar a língua.
— Pare Tenente! Ou serei obrigado a chamar o Capitão Karadeniz.
— Não vai precisar me chamar Cabo...— a voz de Teo soou atrás deles — Solte-a imediatamente, Tenente. O que pensa que está fazendo?
Sedat a soltou, mas em momento nenhum mostrou-se envergonhado por ter sido pego em confronto com Derya.
Teo olhou de um a outro que se olhavam ameaçadores.
— Na minha sala, os dois!
Andou na frente, enquanto Sedat passava por Derya com olhar revoltado.
Ela suspirou observando Kean que parecia tenso com a situação.
Derya seguiu-os e foi a última a entrar na sala fechando a porta.
Teo virou-se para eles.
— Pensei ter ouvido que o problema entre vocês era apenas uma simples discordância por algo do dia a dia, mas vejo que essa austeridade vai muito além. Não vou perguntar o porquê, na verdade, não me interessa. Mas não vou tolerar agressões verbais ou físicas — disse — Já é a segunda vez que estou interferindo entre os dois, espero que isso não ocorra novamente.
Teo os viu em silêncio e decidiu não insistir.
— Está dispensada, Sargento!
Derya olhou de um a outro e depois de bater continência, saiu. O Tenente também fez menção de sair, porém Teo o segurou e o Tenente virou-se para ele.
— Entenderia sua agressão a um homem, mas não a uma mulher, Tenente.
— Ela me ofendeu, Capitão! Ofendeu a minha honra, disse que eu não era homem.
— E se agredi-la provará que ela está certa, Tenente.
Sedat estreitou os olhos em direção a Teo que o encarou firme.
— A sargento não é tão inofensiva quanto o senhor pensa, Capitão.
— Imagino que não seja, está no quartel, junto a mim e a você... Não deve ser nem um pouco inofensiva, de toda forma, ela ainda é uma mulher.
— Deveria ter pensado nisso antes de se alistar. Se não consegue suportar um confronto com um superior, o que fará em uma guerra? Não há espaço para fragilidades no Exército.
Teo o olhou sorrateiro, estava clara a insatisfação do Tenente com a presença de uma mulher ali.
— Não estamos em guerra, Tenente, não na Capadócia. Não neste quartel — disse calmamente — A não ser que você queira iniciar uma com a Sargento, mas, devo deixar claro entre nós que, antes de ser um militar, antes de ser um profissional, EU sou um homem, um cavalheiro.
Sedat olhou Teo entendendo que independente de quem tivesse razão, ele protegeria Ela. Era um covarde, com certeza, na casa dele quem dava a última palavra era uma mulher.
— Espero que tenha entendido, Tenente Sehir.
Então Derya havia encontrado mais um salvador...
— Entendi perfeitamente, Senhor!
— Que bom! — disse Teo afastando-se dele — Boa noite.
Sedat fez um maneio e saiu pisando duro, mostrando toda sua insatisfação.
— Maldita seja — disse a si mesmo — Você me paga!







Até mais!






3 Comentários

  1. Perfeito Shay Parabéns ^^
    By: Fátima

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  2. Mistério kkkkkk
    Shay, vem aqui e me conta oq diabos rolou entre a Derya e o Sehir. Não me aguento mais de curiosidade :(

    Amando a história *-*

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  3. Aaiinnnn meu Deus, qual o babado que rolou com esses dois? Adorei o capitão dando um gelo na Derya hahaha
    E Kean, só posso dizer de novo que adoro ele ❤️ kkkkk Adorei o capítulo Shaaay.(Van)

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