Oi, gente!

Hoje é dia de entrevista aqui no blog, e a minha convidada é uma autora super especial, a queridíssima Fê Friederick Jhones.  Bem, desde que conheci o trabalho dela, me rendi à sua escrita impecável, que sempre tem o poder de me tocar e de emocionar. Além disso, a Fê é uma pessoa super simpática, doce e sensível, e se você ainda não conhece o trabalho dela, hoje é o dia de conhecer. Vamos lá?!


A autora
Fê é uma apaixonada por histórias, por isso fez Psicologia. Dona de um coração bobo, que tem a capacidade infinita de acreditar no amor, então passou a escrever, de tudo um pouco, poesias, contos e romances. Participou de antologias, escreveu colunas em revistas eletrônicas, é blogueira e autora no Wattpad. Ímã de Traste é seu primeiro Chick-Lit. Baiana, mora em Recife com seu marido e sua filha peluda, Belle.
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Seus Trabalhos
   
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Obs.: Em breve, Imã de Traste será relançado de forma independente.




Entrevista

O que te fez começar a escrever? A quanto tempo você escreve?
Eu sempre escrevi como forma de desabafo, escrevo melhor do que falo, então sempre usei a escrita pra me expressar. Escrevo desde sempre, acho que desde meus oito anos, quando ganhei meu primeiro concurso e tive um texto publicado no livro da escola.

Como você critica e enxerga o seu trabalho?
Sou exigente demais comigo mesma, preciso sentir que o que estou fazendo tem alguma relevância pra quem vai ler, então nunca escrevo sem um objetivo. Enxergo meu trabalho na literatura como uma forma de despertar emoções e reflexões nas pessoas, quero mais do que entreter.

O que você mais gosta nas histórias que cria? Qual a história e o personagem que mais gostou de escrever?
O que mais gosto é criar pessoas que são reais, quer dizer, pessoas que poderiam ser primas, irmãs, amigas de quem está lendo. Meus livros são como filhos, não posso dizer que amo mais um do que outro, mas que cada livro despertou algo diferente em mim. Mas a história que mais me marcou enquanto escritora foi “Domeli – Do espinho à flor”, o segundo livro que escrevi e que está guardado.

Se você pudesse dar vida a um personagem literário, qual seria e por quê?
Gostaria de dar vida a Lizzy Bennet, a heroína da Jane Austen em Orgulho e Preconceito, queria tê-la como amiga.

O que você sente quando algum leitor seu te fala: “Nossa, o seu livro mexeu tanto comigo.”?
Não é possível descrever a sensação. É o reconhecimento de que uma criação minha fez sentido pra mais alguém. Escrevo pra ecoar sentimentos em outras pessoas e quando isso se torna real, sinto esperança de que sempre valerá a pena.

Qual o seu maior objetivo com suas histórias?
Fazer pensar. Gosto de passar aprendizados que tive como pessoa ou como profissional (sou psicóloga), então meus livros sempre precisam trazer algum tema importante como perdão, a força do amor, a ansiedade, os medos e por aí vai. 

“Três Verões”, é uma história muito intensa e que abordou temas importantes e reais. Como foi o processo de criação do livro e dos personagens?
Primeiro surgiram os personagens, eu queria falar de uma menina com ansiedade e de um rapaz que a ajudasse, depois surgiu a relação entre eles, os laços familiares, porque eu amo dramas familiares e enfim a história. Levei um mês e meio escrevendo e foi delicioso, as músicas pareciam encaixar na trama e eu me senti realmente envolvida pela Letícia e pelo Diogo. A Letícia tem um pouco de mim, sou ansiosa e muitas vezes precisei lutar contra isso, então dei a ela uma das ferramentas que costumo usar contra a ansiedade. Funcionou pra mim, queria que funcionasse para ela e para pessoas que assim como nós duas, também lidam com o monstro da ansiedade.

Alguma de suas histórias foi baseada em fatos ou pessoas reais, ou são totalmente fictícias?
Todas elas têm alguma coisa tirada da realidade. Valerie de “Ímã de Traste” é uma colega de trabalho, Letícia de “Três Verões” tem um pouco de mim, Amanda de “Primeira Vez...Outra Vez?!” passa por situações que eu passei, enfim, eu gosto da realidade nos meus livros, então sempre tento encaixar nas histórias ou pessoas, ou fatos que realmente aconteceram.

Fê, você vem trabalhando em algo novo? O que seus leitores podem esperar dele?
No momento não, o último trabalho que escrevi foi um conto chamado “Apenas um final de semana” que está na Amazon. O que estou preparando é o relançamento de Ímã de Traste na versão e-book, também na Amazon. Em breve as pessoas que não conseguiram conhecer Valerie e seus trastes, terão essa chance.

Conte-nos um pouco sobre você. Quem é Fê Friederick Jhones?
Eu sou uma apaixonada por histórias, eu gosto de ouvir, de ler e de contá-las. E por isso me tornei psicóloga e escritora, histórias me movem e me motivam. Além de ser uma romântica sem cura! Eu gosto de livros, filmes e séries que me fazem chorar, que me marcam e me emocionam de maneira irreversível. Se uma palavra pudesse me definir, seria: intensa.

Deixe um recado para seus leitores.
Quero agradecer a todos os leitores queridos que dedicaram algum tempo para lerem o que eu escrevi, obrigada! E aos que ainda não conhecem meu trabalho, posso garantir que terão um pouco de mim em cada linha, então se gostam de histórias sobre a vida, deem uma chance aos meus livros. Obrigada ao blog Virando a Página por esse espaço e sempre contem comigo, juntos pelo fortalecimento da literatura nacional!






Fê, muito obrigada por me conceder esta entrevista. Te desejo muito sucesso e muita inspiração para que você possa continuar enchendo os nossos corações de bons sentimentos e personagens inesquecíveis.

Até a próxima, gente! Beijos!









 


2 Comentários

  1. Dai, você e seu blog lind sempre me emocionam, fico feliz em participar desse mês de maratona nacional e sempre conte comigo! Beijinhos.

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  2. Dai, você e seu blog lind sempre me emocionam, fico feliz em participar desse mês de maratona nacional e sempre conte comigo! Beijinhos.

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