A banda inicia uma turnê na Europa e novos acontecimentos mudam a vida dos integrantes de cabeça para baixo.
Nessa continuação, você conhecerá novos personagens, viverá momentos de tensão com uma tragédia que assolará a vida de um deles e sorrirá com as peculiaridades dos integrantes da sua banda favorita.
Embarque nessa nova turnê. Você irá se apaixonar ainda mais.

Ficha Técnica:
Páginas: 238 | Gênero: Romance; Literatura Nacional | Editora: Planeta Literário | Formato: Físico; E-book | Edição: 1ª | ISBN: 978-85-68292-13-6  | Idioma: Português | Ano: 2015

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Se você não leu o primeiro livro, Rock & Pie – Sexo, Amor e Rock and Roll, te aconselho a não continuar a leitura desta resenha por dois motivos: primeiro porque você irá ficar um pouco perdido e segundo porque, provavelmente, darei spoiler do livro anterior. Recado dado, não diga que não avisei, heim?! Rs Mas você pode ler a resenha do livro antecessor aqui.

Então, no primeiro livro temos um final triste e terminamos a leitura com aquela vontade gigantesca de matar o Tim. Enquanto Tim odeia essa ideia de ser pai, vem o Brian e faz a gente se derreter de amores, já que ele assume o bebê mesmo sem saber se realmente é o pai (palmas para Brian!).


“- Kings of Leon? Como você pode brincar em uma hora dessas? – eu disse rindo, emocionada pelo fato dele não estar me odiando e ainda estar brincando com a possibilidade de ser pai.- Vivi, se eu for o pai eu realizarei meus dois maiores sonhos. - E quais são eles?- O primeiro é ter um filho. O segundo é você ser a mãe dele. ”

E vamos amando Brian e odiando Tim uma boa parte da leitura, até que começamos a entender os sentimentos de Tim. Nesse momento eu queria pegá-lo no colo e dizer que tudo ficaria bem e que eu o consolaria (hehe)... Fiquei com um dó tão grande dele!

Com toda essa história do bebê, com a rejeição de Tim e mesmo sem amar profundamente o Brian, Vivi resolve dar uma chance a ele e começam um relacionamento sério. E nisso, a gente vai pensando que horas Tim vai acordar para a vida e reivindicar a Vivi e o bebê como seus (ficou meio possessivo isso, mas eu estava contando com essa parte), mas nada disso acontece. Para um melhor relacionamento da banda, Vivi e Tim voltam aos poucos a serem amigos. Até que Brian presencia uma cena entre os amigos em um restaurante, entende errado as coisas e fica possesso de ciúmes, e ao brigar com Vivi, visto que a saúde dela já não estava boa, acaba acontecendo uma fatalidade.


“- Não, você não me amava. Quem ama só quer a felicidade da pessoa amada. Quem ama não machuca, nem abandona como você fez comigo. Você não sabe o significado de amar.”

“Quando eles foram embora eu tornei a me deitar e fiquei pensando em tudo o que eles disseram. Eu andei sendo um canalha, mas não era daquela forma que queria passar o resto da minha vida. Cada vez que machucava a Vivi, eu machucava a mim mesmo, e já estava cansado disso. Tudo que eu mais queria era consertar as coisas, implorar por seu perdão Eu fechei os olhos e tentei dormir, mas cada vez que eu fechava os olhos eu a via. Seus cabelos, seu olhar. Eu praticamente podia sentir seu toque, seu beijo. Desejei que ainda pudesse me comunicar com ela em sonhos, e foi com esse pensamento que finalmente peguei no sono.”

Bem amores, não vou contar mais nada da história porque qualquer coisa a mais que eu citar aqui será um spoiler e não quero ser uma estraga prazeres, ok? Nesse instante eu não sei dizer se amo ou odeio a história. Não aguento mais ver o Tim fazendo besteiras e a Vivi não vendo o que o leva a agir assim. Dá vontade pegar esses dois e prender em um quarto e só deixá-los sair depois de toda a pendência acertada. Nunca vi um casal tão difícil!

Minha humilde opinião sobre o segundo livro... Achei que a autora deu uma boa enrolada na história, ela poderia ter resumido tudo e ter feito somente dois livros, por mim já estava de bom tamanho (rsrs). Não sei se vocês pensam como eu, mas quando a história se prolonga demais fico cansada dos personagens. Confesso que estou dando um pouquinho de tempo para ler o terceiro livro e ver se meu encanto por esse casal explosivo volta. Quero ter saudade deles para conseguir encerrar a leitura (deu para entender? rs).

E não foi dessa vez que Vivi e Tim ficaram juntos, para a minha tristeza. Estou torcendo para que isso aconteça no terceiro, e se não acontecer, vou ficar decepcionada (:/). Vamos aguardar cenas do próximo capítulo!


“- Mas Vivi nada. Ligue para ele e peça para que entre em contato comigo ainda hoje. Aproveite e contrate um detetive particular. O melhor que você achar, não importa o preço. Eu pago do meu bolso fique tranquila. Quero a ficha inteira da Beatriz. Vou acabar com essa vadia, ou não me chamo Vivianne Santinni.”




Sobre a autora:

Essa paulistana formada em Direito começou a desenvolver seu talento pela escrita quando ainda era criança. Seu primeiro livro foi um conto sobre uma coruja mágica que vivia na floresta, e quando o escreveu tinha apenas nove anos de idade.

Foi na adolescência que ela descobriu que os livros não se limitavam apenas aos clássicos. Ela se viciou na leitura de romances de banca da Harlequim e da Nova Cultural. Penny Jordan se tornou sua autora de livros de bolso favorita. Os romances de banca estenderam o gosto literário da autora, que dedicou horas lendo desde fantasia até auto biografias.

Foi em um final de semana tedioso que ela decidiu fazer mais um rascunho maluco sobre um livro que relata a ascensão e o dia a dia de uma banda de rock onde a única integrante feminina é a narradora e personagem principal. O que deveria ser apenas um rascunho se tornou o primeiro volume da trilogia Rock & Pie.








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