Sinopse:

Um romance sobre amadurecimento e a dureza de crescer em uma cultura que exige das mulheres nada menos que a perfeição.

Corey Ann Haydu explora as complexidades da família, os limites do amor e quão duro é crescer em uma cultura que premia a beleza acima de qualquer outra coisa e cobra das mulheres nada menos que a perfeição. Uma leitura atual que dialoga direta e honestamente com a multiplicidade de questões enfrentadas por adolescentes e jovens no mundo todo – a confusão do primeiro amor, os dramas familiares e a construção da própria identidade no meio de toda essa loucura. O livro está cheio de personagens realistas, que tropeçam nos próprios medos e cometem erros com alguns dos quais é impossível não se identificar. Montana e sua irmã Arizona têm um pacto desde que a mãe as deixou: São elas duas contra todo o mundo. Com o pai sempre imerso em relacionamentos tóxicos e uma sucessão de madrastas essa foi a maneira que encontraram de seguir em frente. Mas agora que Arizona foi para a faculdade Montana se sente deixada pra trás e perdida, mergulhando em uma amizade vertiginosa e empolgante com a ousada Karissa. No meio disso tudo, Montana encontra uma distração em Bernardo. Resta saber se Montana têm a confiança necessária no que sentem um pelo outro para encaixar Bernardo na sua vida imperfeita.
Ficha Técnica:
Páginas: 432 | Gênero: Ficção; Jovem Adulto; Literatura Estrangeira; Romance |  Formato: Digital; Impresso | Edição: 1ª | ISBN: 9788501110947 | Idioma: Português | Ano: 2017 | Editora: Galera Record | SKOOB




Bem, preciso dizer para vocês que quando comecei a ler Bela Gratidão não sabia o que esperar da história, torci para o enredo me prender e eu não abandonar a leitura. Claro que li a sinopse antes, mas estava imaginando uma narrativa diferente. 

Este livro retrata da vida de uma adolescente, sabe aquela fase em que a gente entra em conflito com todo mundo? Então, é nessa fase que Montana está. E tem o seu pai que não coopera muito, ou melhor, que não entende muito sobre os conflitos da filha. Vou contar um pouquinho da história.

“Qualquer coisa que Arizona e eu temos nunca é permanente. Elas ficam por alguns anos e, então, recebemos um pedido para nos adaptarmos a outra coisa. E, no fim das contas, Arizona e eu também não duramos como irmãs. Não do jeito que achei que duraríamos.” 

Montana, uma garota que está na flor da idade, com seus 17 anos ela só quer aproveitar a vida, ainda mais agora que fez amizade com uma menina mais velha e que a leva para os bares da cidade. Com Arizona, sua irmã, na faculdade, ela se sente um pouco abandonada, como se a irmã quisesse ficar longe dela. 

A mãe as abandonou quando eram bem pequenas e então ficou para o pai a responsabilidade de criar as meninas sozinho. O problema é que o pai sempre está com uma namorada diferente. Promete amar eterno, se casa e pouco tempo depois se separa. As meninas estão tão acostumadas com isso que fazem um tipo de aposta para saber quanto tempo a atual “vai aguentar a barra”.

“Ela é a esposa que eu desejava que ainda fosse a nossa mãe. Mais do que desejo que a nossa mãe de verdade ainda fosse nossa mãe, porque a nossa mãe escolheu nos abandonar, enquanto Natasha escolheu fazer as pazes comigo um ano depois da separação. Ela me ensinou sobre o Diário de Gratidão. Ela escreve uma lista com dez motivos pelos quais é grata todos os dias. Eu tento escrever três. Eu me esforço muito para encontrar coisas pelas quais sou grata em dias como hoje.” 

Estava indo tudo bem, até o pai de Montana se apaixonar por sua melhor amiga, uma jovem de 20 e poucos anos. Montana não sabe de qual lado ficar, da melhor amiga, mas que ela não queria como madrasta ou de sua irmã, que odeia a ideia de seu pai namorar uma mulher muito mais jovem.

 
Então, estou aqui sem saber como definir essa leitura. Não foi a melhor e nem a pior. Sabe quando você não tem nenhum livro pra ler e quer algum para passar o tempo enquanto não aparece outro mais interessante? (Tá, sei que é difícil isso acontecer, mas um dia acontece) Bela Gratidão é esse livro! 

A autora soube retratar bem o drama adolescente e o crescimento de Montana em relação aos conflitos. Um detalhe que gostei demais foi o diário de gratidão que uma ex esposa de seu pai ensinou para ela. Montana precisa colocar no diário pelo menos dez agradecimentos, mas ela consegue colocar no máximo três. E isso me fez agradecer mais por tudo o que tenho, e pelas oportunidades que aparecem. Viu? Um belo ponto positivo!

Enfim, acho que vale a pena vocês lerem para saber se vão amar ou achar a história morninha, assim como eu achei. Beijos e até a próxima!


“O amor é estranho. As coisas parecem grandiosas demais. Até mesmo eu te amo parece um exagero e não se encaixa direito. Como roupas elegantes.”



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Um Comentário

  1. Acho que fiquei que nem você ao final da leitura. Eu não amei, mas também não achei ruim.. traz alguns aprendizados interessantes..

    www.vivendosentimentos.com.br

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