Da lista de mais vendidos do The New York Times, USA Today e Publishers Weekly.Lucy e Gabe se conhecem na faculdade na manhã de 11 de setembro de 2001. No mesmo instante, dois aviões colidem com as Torres Gêmeas. Ao ver as chamas arderem em Nova York, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.
Quando se veem de novo, um ano depois, parece um encontro predestinado. Só que Gabe é enviado ao Oriente Médio como fotojornalista e Lucy decide investir em sua carreira em Nova York.
Nos treze anos que se seguem, o caminho dos dois se cruza e se afasta muitas vezes, numa odisseia de sonhos, desejo, ciúme, traição e, acima de tudo, amor. Lucy começa um relacionamento com o lindo e confiável Darren, enquanto Gabe viaja o mundo. Mesmo separados pela distância, eles jamais deixam o coração um do outro.
Ao longo dessa jornada emocional, Lucy começa a se fazer perguntas fundamentais sobre destino e livre-arbítrio: será que foi o destino que os uniu? E, agora, é por escolha própria que eles estão separados?

Ficha Técnica:
Lançamento: 02/Abril/2018 | Páginas: 272 | Gênero: Ficção; Literatura Estrangeira; Romance | Formato: Impresso; Digital | Edição: 1ª | ISBN: 9788580418408 | Editora: Arqueiro | Idioma: Português |  SKOOB




Para tudo, que livro é esse?! Se eu amei? Mais que isso! Me encaixei, se é que essa é a palavra certa. Me vi em muitos trechos, em vários momentos e um pouco em cada personagem, mas a Lucy... Ah, a Lucy! Quantos sentimentos, pensamentos e atitudes em comum.


Lucy e Gabe se conheceram na faculdade, em uma aula onde a paixão era em comum aos dois, em meio a tantas diferenças. Em um dia que marcaria a vida e a história não só deles, mas como a da cidade em que viviam, o país e mais ainda o mundo, por tamanho desastre, regado de tristeza, lágrimas, muitas perdas e também por alegrias para outros. Sem ao menos se apresentarem direito, viveram momentos, minutos ou horas incríveis apesar dos acontecimentos entorno.


“Durante anos eu me senti culpada porque nos beijamos pela primeira vez enquanto a cidade ardia. Culpada por ter sido capaz de me perder em você naquele instante. Mas depois soube que não fomos os únicos. Pessoas me contaram, em voz baixa, ter feito sexo naquele dia. Concebido um filho. noivado. ter dito eu te amo pela primeira vez. Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver. Nós queríamos viver naquele dia, e não nos culpo por isso. Não mais."

Com ambições parecidas e ao mesmo tempo diferentes em certo ponto, querem fazer algo importante em suas vidas, algo que promova diferença nelas e no mundo. Mas como em vários relacionamentos, onde o senhor destino prega suas peças, com eles não foi diferente, Lucy e Gabe acabam se separando por um tempo e quando se reencontram revivem aquela louca paixão.


“Você era como uma droga. Quando eu estava inebriada de você, nada mais importava.”

Viveram momentos de alegrias, sexo maravilhoso, com suas carreiras em andamento, a verdadeira felicidade sonhada para um relacionamento. Estava tudo perfeito, até o destino pregar uma nova peça. Gabe recebe a proposta dos seus sonhos e embarca para longe deixando Lucy novamente. Mas desta vez arrasada, na verdade, desolada.

Assim começam a viver uma vida de encontros e desencontros, percorrendo caminhos distintos, cheio de desejo, sonhos, perda, ciúme, traição e amor. Tiveram relacionamentos paralelos, estáveis ou passageiros, mas o amor entre os dois prevalecia, essa era a única certeza, ele existia, mesmo com dúvidas, com questões mal resolvidas, acertos e erros, escolhas que nem sempre foram baseadas no que queriam ou sacrifícios que fizeram em busca sonhos, ou sonhos que foram deixados de lados. Esse sentimento foi se provando, se manifestando ao longo dos anos, a cada reencontro.


“Às vezes tomamos decisões que achamos corretas, só que, mais tarde, percebemos que eram erros óbvios. Há porem, algumas escolhas que continuam acertadas mesmo a luz do tempo.”

A luz que perdemos faz-nos refletir sobre circunstâncias reais que acontecem ou que aconteceram em nossas vidas, em nosso dia a dia, nossas escolhas, nossos erros e acertos, nossos sonhos, nossos sacrifícios. Nos mostra que, às vezes, nossos medos, inseguranças ou o simples fato de não queremos ver o que realmente é real, acabamos enxergamos algumas situações de maneira fantasiosa ou divergente da ralidade.

A trama retrata uma história de amor verdadeiro, real, com muitas barreiras, vivido entre idas e vindas, que foge um pouco do conto de fadas. Posso dizer que para mim ela define o verdadeiro significado do amor verdadeiro. Sempre acreditei que por mais difícil e doloroso que seja, quando amamos verdadeiramente alguém, quando o sentimento é  genuíno, desejaremos a felicidade do outro, independente se esta pessoa estará ao nosso lado ou não. 

Revivi situações que criei paranoias e não enxerguei a verdade bem diante dos meus olhos. Momentos tristes, outros alegres, do passado, do presente e também como penso no futuro. Escolhas erradas e as que continuam sendo certas. Sacrifícios em busca de meus sonhos e aqueles que abdiquei por causa do amor. Muitas vezes deixamos de fazer ou de dizer algo, deixamos o momento passar, e depois torna-se tarde, restando apenas dúvidas, perguntas não respondidas e a "luz que perdemos", como o próprio título já diz.


“Às vezes a vida parece se arrastar, avançando em um ritmo quase glacial, dia após dia, ate que algo nos faz parar e perceber que se passou um tempão enquanto não estávamos olhando”.

Confesso que esse foi a história que mais marquei trechos, e que se fosse escrever todos, acabaria reescrevendo o livro. Foi também o que mais mexeu comigo, de uma forma tão intensa que não sei se consegui passar com clareza as sensações que senti ou se fiz jus a trama. Mas não tenho dúvidas, super recomendo a leitura. Se você tiver oportunidade LEIA.



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Sobre a autora:



Jill Santopolo é autora de séries infantojuvenis de sucesso, além de diretora editorial da Philomel Books, selo infantil da Penguin. Formada pela Universidade Columbia, dá aulas de escrita criativa na New School, em Nova York. A luz que perdemos, seu primeiro romance para o público adulto, foi traduzido para 34 países e já teve os direitos vendidos para uma adaptação cinematográfica.














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